Portagens na praia?

Posted: sábado, 14 de janeiro de 2012 by Cláudio Canadá in
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Com este governo PSD, pode-se esperar até o improvável em Portugal:

Postar é preciso

Posted: quinta-feira, 12 de janeiro de 2012 by Cláudio Canadá in
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Há tempos que não posto e ao contrário do que possa parecer, não gosto nada disso. Motivo: Mudança; e ela foi drástica… Quase 13 anos a viver em Portugal e realizar uma mudança geral como esta requer coragem, ambição, força de vontade e a certeza daquilo que se quer. Uma readaptação é necessária e o período não pode ser curto. A necessidade de assimilar novas informações de um habitat que já foi o meu torna o trabalho menos doloroso apesar das extremas diferenças observadas.

Nestes 45 dias de regresso, experimentei a nova realidade fortalezense. Ruas e estradas esburacadas, pedintes nas ruas e sinais de trânsito, muitos indivíduos sem-abrigo vivendo nas ruas em pleno centro da cidade, alguma falta de educação por parte de certas pessoas, principalmente no trânsito (definitivamente, o povo aqui não sabe conduzir) e um calor de rachar o crânio.

Apesar de tudo isso, Fortaleza é a minha cidade, não tão bela quanto deveria estar mas isso já é uma outra história, a da política. A decepção com o descaso político é uma constante mas juro que vou aprender a viver com isso. Gosto muito da minha cidade, da minha gente e da ambiência simples que faz do povo cearense o mais feliz do Brasil.

Na próxima semana surgirá o acordo que fará com que eu regresse ao rádio por aqui, para onde eu sempre quis. É uma questão de esperar, torcer e comemorar. Há também o desejo de alguns profissionais de que o Cláudio Canadá retorne “ao ar” o mais rápido possível e isso alegra-me o coração e massageia-me o ego. Valorizo demais as palavras destes senhores, ícones no rádio cearense e que vão voltar a ser os meus colegas de trabalho.

Ano novo a matar em Portugal!

Posted: segunda-feira, 2 de janeiro de 2012 by Cláudio Canadá in
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Feliz Ano Novo!

Posted: terça-feira, 27 de dezembro de 2011 by Cláudio Canadá in
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A minha mensagem por um mundo melhor

Posted: sexta-feira, 23 de dezembro de 2011 by Cláudio Canadá in
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Já devo ter postado este vídeo antes mas como sinto nele a importância da conscientização humana relativa ao momento em que vivemos, resolvi partilhá-lo mais uma vez com aqueles que me deram a alegria da visita neste blog. Feliz Natal e que as vossas famílias estejam felizes e unidas, bem mais importante do que qualquer presente de Papai Noel.


Ah... os bichos...

Posted: quarta-feira, 21 de dezembro de 2011 by Cláudio Canadá in
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Ainda com a influência do sentimento de comoção que se instalou no Brasil durante a última semana, posto aqui uma foto tirada em Outubro de 2011 no Jardim Zoologico de Lisboa quando uma pequena e simpática Arara albina resolveu pedir um pouco de carinho a quem passava perto da sua gaiola. Bichinho doce e querido e que nos faz remeter ao assunto do pequeno Yorkshire, espancado por uma enfermeira na semana passada.

Tenho sempre vindo a falar da importância da proteção e cuidado com todos os seres vivos que dividem este planeta connosco. Mas para não me tornar repetitivo, deixo aqui mais um registo da beleza e da graça que estes pequenos seres insistem em nos presentear.

Afinal, quem é o animal?

Posted: segunda-feira, 19 de dezembro de 2011 by Cláudio Canadá in
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Após as manifestações de repúdio que o Brasil conheceu nas mais variadas formas contra a tal enfermeira que maltratou o pequeno Yorkshire, resolvi postar a minha revolta, de forma leve e branda, com o objectivo de servir apenas para sentirmos do que são capazes estes seres, considerados animais.
Uma excelente semana de Natal a todos!

Um pensamento para o fim-de-semana

Posted: sexta-feira, 16 de dezembro de 2011 by Cláudio Canadá in
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Os homens perdem as suas aspirações mais elevadas, tal como perdem a sua finura intelectual, porque não dispõem de tempo ou de oportunidade para as cultivarem; e entregam-se aos prazeres inferiores, não porque deliberadamente os prefiram, mas porque são os únicos a que tem acesso, ou os únicos que podem gozar mais tempo.

J.Stuart Mill

O Brasil presta, sim senhor!

Posted: quarta-feira, 14 de dezembro de 2011 by Cláudio Canadá in
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Foram quase 13 anos a viver em Portugal, terra maravilhosa e povo que eu adoro! Para além dos amigos, das estradas, da cultura e de tudo o que este país me proporcionou, tenho a minha filha, portuguesinha autêntica, em todos os aspectos; só falta mesmo cantar o fado e dançar o malhão. Mesmo defendendo com unhas e dentes as terras de Camões, considero que manter as nossas origens seja parte incondicional da nossa personalidade. Sempre afirmei que, quando emigramos, a integração na nova sociedade é uma obrigação para quem deseja o sucesso, almejado no momento da decisão de ir viver para outro país mas, nunca esquecer de onde viemos e como começamos são posições relevantes do caráter de cada um.

Esta semana postei no Facebook uma frase do meu amigo Guilhermando que me deu o que pensar. É que, nas nossas conversas, disse-lhe muito da minha experiência em Portugal inclusive, de um certo brasileiro que desembarcou em Lisboa há algumas semanas tendo uma oportunidade para recomeçar a vida com juízo, coisa que lhe faltou durante o tempo em que esteve no Brasil. Mas, o gajo já chegou enxovalhando a Terra de Vera Cruz como se esta, fosse a responsável pelo seu fracasso pessoal e profissional. Difícil de entender certas posições, viu...

A frase? "Para quem vive no exterior, cuidado! Brasileiro que chega em outro país dizendo que o Brasil não presta, no fundo quem não presta é ele". É verdade que causou algum reboliço mas muitos concordaram... Outra verdade é, quem está "fugindo" do Brasil por algum motivo e chegando no exterior falando que quando viveu no Brasil era isso ou era aquilo, como um autêntico superstar do cangaço, esquece-se de dizer o porquê de não ser mais aquilo que era...

Meus amigos, o Brasil pode não ser o paraíso que todos desejamos mas ainda é um lugar magnífico para se viver, com ótimo clima, boa comida, lugares paradisíacos e povo super mega hiper hospitaleiro. Se isso não presta, o que prestará? Porque será que milhares de estrangeiros estão se instalando Brasil neste momento? Porque será que o país tem crescido economicamente nos últimos anos? Porque a taxa de desemprego está em um nível baixíssimo? Porque somos uma potência emergente e respeitada no panorama internacional? Porque você não concorda com a frase?

Mudar faz parte

Posted: quinta-feira, 8 de dezembro de 2011 by Cláudio Canadá in
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Mudar é preciso! O importante é ter consciência daquilo que pretendemos sabendo que, para qualquer decisão tomada haverá prós e contras, é assim a vida. Mas quem tem objectivos concretos não deve ter medo dos caminhos; tem que ter fé e muita força de vontade de vencer.

Cheguei na semana passada em Fortaleza para dar andamento aos meus propósitos, confiando que foi uma decisão pensada, consciente de todos os eventuais percalços que possam surgir. A minha ausência no blog deve-se a esta readaptação ao meu habitat de origem mas tudo está dentro dos conformes.

Assim, as cartas foram dadas e em breve teremos boas novidades "no ar" para todos. Enquanto isso, continuo acompanhando os "desenrolares" nas terras de Camões, destacando o profundo desagrado dos portugueses, em especial os algarvios quanto às portagens nas antigas SCUTS. Êhh meu Portugalzão, se acaba não...

Definição de filho por José Saramago

Posted: terça-feira, 29 de novembro de 2011 by Cláudio Canadá in
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"Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isto mesmo! Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado. Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo".

O poder da identificação oficial

Posted: sábado, 26 de novembro de 2011 by Cláudio Canadá in
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Em boa parte do mundo há aqueles que, por possuírem uma identificação oficial, adquirem uma postura arrogante e autoritária, menosprezando o cidadão simples e trabalhador. Esta semana observei um exemplo deste tipo de postura o que me fez lembrar de uma anedota interessante:

Um agente da Polícia Federal do Brasil vai a uma fazenda e diz ao proprietário, um velho fazendeiro:

- Preciso inspecionar sua fazenda. Há uma denúncia de plantação ilegal de maconha na região.

O fazendeiro diz:

- Ok, mas não vá naquele campo ali. E aponta para uma determinada área.

O agente, irritado com isso, diz indignado, retirando do bolso a sua identificação, mostrando o seu cargo ao fazendeiro:

- O senhor sabe que tenho o poder do governo federal comigo? O meu cargo dá autoridade de ir aonde eu quero, fazer o que eu quero e quando eu quiser e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está claro? Fiz-me entender?

O fazendeiro pede desculpas educadamente e volta-se para o que estava a fazer. Poucos minutos depois, o fazendeiro ouve uma gritaria e vê o agente a correr para salvar a sua própria vida, perseguido pelo Santa Gertrudes, o maior touro da fazenda.
A cada passo, o touro vai chegando mais perto do indefeso e desesperado agente, que parece que será chifrado antes de conseguir alcançar um lugar seguro. O fazendeiro larga as suas ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as forças dos seus pulmões:

- A sua identificação, mostra a sua identificação!!!

Prenda de Natal

Posted: quinta-feira, 24 de novembro de 2011 by Cláudio Canadá in
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Uma especialidade portuguesa...

Mais Portugal actual, a saga continua...

Posted: terça-feira, 22 de novembro de 2011 by Cláudio Canadá in
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A verdadeira equidade na distribuição dos sacrifícios:

Diário da República, 2.ª série — N.º 217 — 11 de Novembro de 2011
Gabinete do Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Despacho n.º 15296/2011

Nos termos e ao abrigo do artigo 11.º do Decreto -Lei n.º 262/88, de 23 de Julho, nomeio o mestre João Pedro Martins Santos, do Centro de Estudos Fiscais, para exercer funções de assessoria no meu Gabinete, em regime de comissão de serviço, através do acordo de cedência de interesse público, auferindo como remuneração mensal, pelo serviço de origem, a que lhe é devida em razão da categoria que detém, acrescida de dois mil euros por mês, diferença essa a suportar pelo orçamento do meu Gabinete, com direito à percepção dos subsídios de férias e de Natal.
O presente despacho produz efeitos a partir de 1 de Setembro de 2011.
9 de Setembro de 2011. — O Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo de Faria Lince Núncio.

Parece que, afinal, existem dois países completamente diferentes…

Ainda em Portugal...

Posted: terça-feira, 15 de novembro de 2011 by Cláudio Canadá in
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O que a Troika queria Aprovar e Não conseguiu:

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três ex-Presidentes da República.

2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode e ainda solicitando pensões vitalícias enquanto só se fala em cortes nas despesas e nos subsídios de quem realmente trabalha.

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País.

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA.

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de
PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).

23. Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros o Estado.

24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem".

25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam.

26. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise".

27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.

28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

30. Pôr os Bancos a pagar impostos.

O que fizeram a Troika e o governo? Assassinaram o poder de compra e de sobrevivência das famílias portuguesas. E os portugueses... "continuam extremamente aborrecidos, pá"!

Desabafo... para levar na esportiva

Posted: sexta-feira, 11 de novembro de 2011 by Cláudio Canadá in
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Agora, entenda a crise em Portugal

Posted: quarta-feira, 9 de novembro de 2011 by Cláudio Canadá in
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A Suíça não tem mar...

Posted: segunda-feira, 7 de novembro de 2011 by Cláudio Canadá in
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A Presidente Dilma anda com a corda toda. Notícia na imprensa mundial, tem afirmado que o Brasil está pronto para ajudar o FMI e que não deve participar do fundo económico europeu. Dilma gosta mesmo de aparecer e deveria era estar fazendo o dever de casa, ou seja, olhando mais para os menos favorecidos no país que é a governante máxima. O assunto Dilma remete-me a um mail que recebi esta semana e que posto a seguir:

Numa reunião com o Presidente da Suíça, Dilma apresenta os seus Ministros:

- Este é o Ministro da Saúde, este é o Ministro da Educação, este é o Ministro da Cultura, este é o Ministro da Justiça.... E assim foi. Então, chegou a vez do Presidente da Suíça:

- Este é o Ministro da Saúde, este é o Ministro da Fazenda, este é o Ministro da Justiça, este é o Ministro da Educação, este é o Ministro da Marinha...

Nessa altura, Dilma começa a rir.

- Desculpe Sr. Presidente, mas para que o senhor tem um Ministro da Marinha, se o seu país não tem mar?

E o Presidente da Suíça responde:

- Quando Vossa Excelência apresentou os Ministros da Justiça, da Educação e da Saúde, eu não ri...

Bem... é anedota mas não deixa de ter a sua pitada...

Afinal eles existem mesmo - parte 2

Posted: sexta-feira, 4 de novembro de 2011 by Cláudio Canadá in
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Perceba mais sobre a crise

Posted: quarta-feira, 2 de novembro de 2011 by Cláudio Canadá in
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Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorros-quentes. Não tinha rádio, não tinha televisão e nem lia jornais, mas produzia e vendia os melhores cachorros-quentes da região. Preocupava-se com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada, oferecendo o seu produto em voz alta e o povo comprava e gostava.

As vendas foram aumentando e cada vez mais, ele comprava o melhor pão e as melhores salsichas. Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender a grande quantidade de fregueses. O negócio prosperava… Os seus cachorros-quentes eram os melhores! Com o dinheiro que ganhou conseguiu pagar uma boa escola ao filho. O miúdo cresceu e foi estudar economia numa das melhores faculdades do país.

Finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai continuava com a vida de sempre, vendendo cachorros-quentes feitos com os melhores ingredientes e gastando dinheiro em cartazes, e teve uma séria conversa com o pai:

- Pai, não ouve rádio? Não vê televisão? Não lê os jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso País é crítica. Há que economizar! Depois de ouvir as considerações do filho Doutor, o pai pensou: "Bem, se o meu filho que estudou economia na melhor faculdade, lê jornais, vê televisão e internet e pensa assim, então só pode ter razão!

Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e, é claro, pior). Começou a comprar salsichas mais baratas (que eram, também, piores). Para economizar, deixou de mandar fazer cartazes para colocar na estrada. Abatido pela notícia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta. Tomadas essas “providências”, as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo até chegarem a níveis insuportáveis. O negócio de cachorros-quentes do homem, que antes gerava recursos ... faliu.

O pai, triste, disse ao filho: - Estavas certo filho, nós estamos no meio de uma grande crise.
E comentou com os amigos, orgulhoso: - Bendita a hora em que pus o meu filho a estudar economia, foi ele quem me avisou da crise...

Tirem as suas conclusões...